Andrés diz que isenção fiscal não é utilização de dinheiro público

Uma das grandes polêmicas da Copa do Mundo de 2014 é a construção dos estádios privados com a utilização de dinheiro público. Em São Paulo o novo estádio do Corinthians é o selecionado para representar o estado e, segundo o presidente do clube, Andrés Sanchez, não haverá verbas público nas obras.

Questionado se a isenção fiscal concedida para a construção do estádio em Itaquera, zona Leste da cidade de São Paulo, Andrés alegou que esta isenção não é dinheiro público, e que a cidade terá um retorno de mais de um bilhão de reais no período de 30 dias.

- Ninguém da Prefeitura me deu um cheque com 300 milhões de reais, 400 milhões de reais. Nós só vamos ter isenção deste imposto quando começarmos a pagar. Isso não é dinheiro público. Para pagar os 330 milhões de reais, eu vou ter que arrecadar um bilhão de reais. Ele terá de arrecadar mais do que ela terá de isenção. Todo mundo sabe o que rende – destacou Andrés no "Arena SporTV" desta segunda-feira..

Para ele, o Estado merece receber a abertura da Copa do Mundo, principalmente pelo que São Paulo representa para o país. E, apesar da situação das obras, projeta a entrega do estádio para agosto de 2013.

- Está muito bem no plano que nós queríamos que é para ficar pronto em agosto de 2013. Demos prazo até dezembro, porque pode ter um mês de chuva. Está tudo certinho – ressaltou.

Segundo ele, o clube nunca trabalhou para ter o estádio da abertura da Copa do Mundo, já que o projeto original é para 48 mil pessoas. Só que a circunstâncias levaram o projeto para ser a abertura do Mundial.

- Se São Paulo tem problema para abrigar uma abertura de Copa do Mundo, você imagina os outros Estados. Nós estamos muito a frente de todos os Estados da Federação - complementou.

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